Controle Tecnológico em Obras de Asfalto e Ensaios em Materiais Betuminosos - laudotec engenharia

Controle Tecnológico em Obras de Asfalto e Ensaios em Materiais Betuminosos

Determinação da taxa de aplicação da imprimação e pintura de ligação: Realizada em campo no momento do espalhamento de ligante, em obediência a DNIT ES 144. É necessário ensaio prévio do ligante, de acordo com a NBR 14376, para determinação do percentual de cimento asfáltico na mistura.

Resíduo por evaporação ou destilação de ligante asfáltico: Realizado de acordo com a NBR 14376, para determinação do percentual de cimento asfáltico na mistura. Pode-se utilizar método de aquecimento, ou aguardar a evaporação do ligante.

Averiguação da temperatura de aplicação de CBUQ e espessura do revestimento: Realizado de acordo com a DNIT ES 031 durante o espalhamento do CBUQ, com termômetro digital infravermelho, paquímetro e gabaritos metálicos.

Espessura de pavimento: É a espessura de uma placa quadrada, extraída do revestimento asfáltico (CBUQ) em ponto aleatório da via com serra manual, obtida através da média de quatro medidas realizadas com paquímetro, após a limpeza de resíduos da base da placa.

Controle geométrico de meios-fios e sarjetas: Efetua-se medição da largura e espessura das sarjetas, e da altura dos meios-fios, utilizando trena e réguas metálicas e paquímetro, para verificação da adequação com exigências municipais.

Penetração: Ensaio efetuado para verificação direta da classe do cimento asfáltico de petróleo, com metodologia padronizada pela DNIT ME 155.

Ductilidade: Efetuado com cimento asfáltico de petróleo moldado conforme a DNER ME 163, e alongamento efetuado por ductilômetro digital.

Recuperação elástica: Efetuado com cimento asfáltico de petróleo, conforme preconizado pela DNIT ME 130, medindo o percentual de recuperação elástica do alongamento pré-definido de 20 cm.

Ponto de amolecimento: É a temperatura determinada quando o cimento asfáltico de petróleo se desloca 25,4 mm, em ensaio padronizado pela DNER ME 247, pelo método do anel e bola.

Ensaio de viscosidade “Saybolt-Furol”: Efetuado conforme DNER ME 004, para verificação da temperatura necessária de aplicação dos ligantes asfálticos para atingir viscosidade normativa.

Extração de Betume: Realizado de acordo com a NBR 16208, pelo método do Rotarex, utilizando gasolina como solvente. Os resultados são corrigidos pela calibração do aparelho devido à perda de finos.

Granulometria de agregados extraídos de CBUQ: Realizado de acordo com a DNIT ES 031 em agregados utilizados em CBUQ. Podem ser determinados o enquadramento nas Faixas da DNIT ES 031, além da dimensão máxima, o módulo de finura e a curva granulométrica dos agregados.

Estabilidade e fluência Marshall: executado conforme metodologia Marshall preconizada pela DNER ME 043 – 1995. Utiliza-se o CBUQ colhido no momento do espalhamento, e faz-se a compactação de 3 cilindros Marshall na temperatura obtida durante o espalhamento, efetuando 75 golpes de cada lado do molde de compactação. Após resfriamento, os corpos de prova são imersos em banho maria a 60°C por 40 minutos, e posteriormente levados à prensa para ruptura e mensuração da carga máxima (estabilidade) e deformação na carga máxima (fluência).

Tração por compressão diametral Marshall: executado com corpos de prova Marshall, utilizando CBUQ colhido durante o espalhamento ou após mistura em laboratório, efetuando 75 golpes com soquete de cada lado do molde de compactação. Após resfriamento, os corpos de prova são rompidos diametralmente por aplicação de carga concentrada em Prensa Universal Classe I.

Dosagem Marshall: a dosagem é efetuada de modo a obter o teor ótimo de betume, para uma dada faixa granulométrica, que maximize a resistência do CBUQ produzido. São realizados ensaios de densidade aparente, estabilidade e fluência e tração por compressão diametral.

Extração de amostra indeformada para conferência da espessura da camada asfáltica e     ensaios em laboratório.